| Mês/Ano | Valor Exp. | % Exp. SP | Valor Imp. | % Imp. SP | Saldo RMC | Saldo SP |
|---|---|---|---|---|---|---|
| FEV/14 | 351,79 | 8,4 | 1.028,00 | 16,3 | -676,22 | -2.128,50 |
| FEV/15 | 276,88 | 8,4 | 976,74 | 16,6 | -699,86 | -2.584,42 |
| FEV/16 | 262,57 | 6,0 | 700,98 | 17,9 | -438,42 | 500,74 |
| FEV/17 | 306,19 | 7,6 | 664,67 | 17,5 | -358,48 | 235,84 |
| FEV/18 | 385,02 | 8,3 | 883,45 | 18,2 | -498,43 | -207,05 |
| FEV/19 | 331,84 | 8,3 | 914,37 | 19,0 | -582,53 | -813,77 |
| FEV/20 | 290,90 | 8,4 | 885,06 | 20,8 | -594,15 | -774,81 |
| FEV/21 | 298,48 | 8,1 | 1.007,40 | 20,9 | -708,92 | -1.154,91 |
| FEV/22 | 384,13 | 7,6 | 1.280,89 | 22,4 | -896,76 | -693,74 |
| FEV/23 | 376,44 | 8,2 | 989,96 | 19,2 | -613,52 | -606,03 |
| FEV/24 | 340,36 | 6,5 | 1.100,72 | 20,4 | -760,36 | -203,86 |
| FEV/25 | 421,52 | 7,9 | 1.383,75 | 15,3 | -962,23 | -3.690,09 |
| FEV/26 | 427,21 | 8,3 | 1.172,23 | 18,8 | -745,02 | -1.060,75 |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Boletim Informativo
Balança Comercial da Região Metropolitana de Campinas – Volume 9 | N. 3 (MAR) | 2026
Sumário Executivo
Este informativo apresenta e discute os principais dados da balança comercial da RMC para o mês 2/2026. Os dados utilizados nas análises são da base do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e do Observatório de Complexidade Econômica.
Entre as informações analisadas, destacam-se:
Em 2/2026:
- Aumento de 1,35% nas exportações e diminuição de -15,29% nas importações da RMC, resultando em queda de -22,57% no déficit comercial regional.
- As participações nas importações e exportações do estado de São Paulo (SP) foram de 18,8% e 8,3%, respectivamente.
Em 12 meses:
- Aumento de 9,9% nas exportações e aumento de 9,81% nas importações da RMC, resultando em alta de 9,78% no déficit comercial regional.
As exportações mostram melhora da atividade do setor externo da RMC, em 2/2026, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Balança Comercial – 2/2026
A Tabela 1 traz os dados da balança comercial da RMC para os meses de fevereiro entre 2014 e 2026.
A partir dos dados da Tabela 1, é possível verificar que as exportações de 2/2026 foram de 427,21 milhões de dólares, apresentando crescimento de 1,35% em relação ao mesmo período de 2025. Esse valor é o mais alto para o mês nos últimos 10 anos. Além disso, a participação nas exportações do estado de São Paulo foi de 8,3%, o que representa aumento em relação a 2/2025.
As importações totalizaram 1,17 bilhão de dólares, no mesmo período, representando um decrescimento de -15,29% em comparação a 2/2025. A participação da RMC nas importações do estado foi de 18,8%. O saldo negativo da balança comercial, de -745,02 milhões de dólares, sofreu queda de -22,57% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Tabela 2 mostra as exportações da RMC para 2/2026, agregadas de acordo com o grau de complexidade dos produtos. Produtos considerados mais complexos são produzidos em países com maior grau de sofisticação tecnológica das estruturas produtivas, portanto, com maiores níveis de produtividade e renda.
| Grau de Complexidade | Valor das Exp. 25 | % do Total 25 | Valor das Exp. 26 | % do Total 26 | Var. % 25/26 |
|---|---|---|---|---|---|
| Baixa | 65,51 | 15,5% | 38,33 | 9% | -41,5% |
| Média-baixa | 63,32 | 15% | 63,59 | 14,9% | 0,4% |
| Média-alta | 114,23 | 27,1% | 133,20 | 31,2% | 16,6% |
| Alta | 177,86 | 42,2% | 191,56 | 44,8% | 7,7% |
| Total | 420,92 | 426,68 | |||
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Observatório de Complexidade Econômica e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Produtos de baixa complexidade tiveram queda de -41,5%; os de média-baixa complexidade tiveram aumento de 0,4%; os de média-alta complexidade tiveram aumento de 16,6%; e os de alta complexidade tiveram aumento de 7,7%.
A Tabela 3 mostra as importações da RMC em 2/2026, agregadas de acordo com o grau de complexidade econômica dos produtos importados.
| Grau de Complexidade | Valor das Imp. 25 | % do Total 25 | Valor das Imp. 26 | % do Total 26 | Var. % 25/26 |
|---|---|---|---|---|---|
| Baixa | 58,72 | 4,2% | 43,85 | 3,7% | -25,3% |
| Média-baixa | 62,53 | 4,5% | 47,04 | 4% | -24,8% |
| Média-alta | 349,18 | 25,2% | 269,67 | 23% | -22,8% |
| Alta | 910,87 | 65,8% | 810,08 | 69,1% | -11,1% |
| Total | 1.381,30 | 1.170,64 | |||
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Observatório de Complexidade Econômica e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Os produtos de baixa complexidade apresentaram decrescimento de -25,3%; os de média-baixa, decrescimento de -24,8%; os de média-alta, decrescimento de -22,8%; e os de alta apresentaram queda de -11,1%.
Balança Comercial – 12 meses
A Tabela 4 traz os dados da balança comercial da RMC para os últimos 12 meses.
| Mês/Ano | Valor das Exp. | % EXP RMC/SP | Valor das Imp. | % IMP RMC/SP | Saldo RMC | Saldo SP |
|---|---|---|---|---|---|---|
| MAR/25 | 453,66 | 7,3 | 1.365,79 | 22,1 | -912,13 | 50,65 |
| ABR/25 | 472,10 | 7,6 | 1.454,39 | 22,1 | -982,28 | -401,14 |
| MAI/25 | 461,63 | 7,5 | 1.507,58 | 22,1 | -1.045,95 | -684,01 |
| JUN/25 | 478,11 | 7,2 | 1.643,48 | 23,5 | -1.165,37 | -321,05 |
| JUL/25 | 479,97 | 6,5 | 1.797,82 | 22,6 | -1.317,85 | -502,89 |
| AGO/25 | 481,32 | 7,6 | 1.622,54 | 22,7 | -1.141,22 | -808,38 |
| SET/25 | 445,19 | 6,5 | 1.770,69 | 22,4 | -1.325,50 | -1.067,90 |
| OUT/25 | 490,07 | 7,5 | 1.612,16 | 20,8 | -1.122,08 | -1.206,84 |
| NOV/25 | 447,42 | 7 | 1.418,33 | 19,8 | -970,91 | -772,30 |
| DEZ/25 | 415,69 | 6,4 | 1.296,85 | 20,7 | -881,17 | 189,51 |
| JAN/26 | 390,59 | 7,7 | 1.245,01 | 18,7 | -854,42 | -1.584,91 |
| FEV/26 | 427,21 | 8,3 | 1.172,23 | 18,8 | -745,02 | -1.060,75 |
| Total | 5.442,96 | 17.906,87 | -12.463,90 | -8.170,01 | ||
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
As importações atingiram a marca dos 17,91 bilhões de dólares, enquanto as exportações somaram 5,44 bilhões. O desequilíbrio entre importações e exportações rendeu um déficit comercial regional de -12,46 bilhões – o saldo estadual foi de -8,17 bilhões no mesmo período.
A Tabela 5 traz o valor exportado dos principais produtos da pauta regional, em 12 meses, bem como a variação em relação aos 12 meses anteriores.
| NCM | Produto | Valor Exp. 25 | Valor Exp. 26 | Var. % 25/26 | Grau de Complexidade |
|---|---|---|---|---|---|
| 3004 | Medicamentos em doses para venda a retalho | 342,26 | 434,40 | 26,9% | Alta |
| 8429 | Máquinas autopropulsoras para terraplenagem e escavação (tratores, escavadeiras, pás-carregadeiras etc.) | 240,42 | 261,00 | 8,6% | Média-alta |
| 8703 | Carros de passageiros | 227,34 | 254,20 | 11,8% | Alta |
| 4011 | Pneus de borracha novos para automóveis, caminhões, etc. | 169,25 | 249,23 | 47,3% | Média-alta |
| 3808 | Inseticidas, herbicidas e produtos semelhantes | 151,69 | 198,32 | 30,7% | Média-alta |
| 2710 | Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto os brutos | 212,64 | 190,02 | -10,6% | Baixa |
| 2843 | Compostos de metais preciosos (ex: sais e complexos) | 123,96 | 185,16 | 49,4% | Alta |
| 8708 | Partes e acessórios de veículos automóveis | 175,77 | 160,48 | -8,7% | Alta |
| 1602 | Carnes preparadas ou conservadas (exceto embutidos) | 138,27 | 141,89 | 2,6% | Média-baixa |
| 7115 | Other Precious Metal Products | 99,45 | 138,32 | 39,1% | Média-baixa |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Observatório de Complexidade Econômica e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Com base nos dados da Tabela 5, destacam-se os medicamentos em doses para venda a retalho (NCM 3004) como o principal produto exportado pela RMC no período, com US$ 434,40 milhões e crescimento de 26,9% em relação aos 12 meses anteriores. Chama atenção também o desempenho dos pneus de borracha (NCM 4011), com expansão de 47,3%, e dos compostos de metais preciosos (NCM 2843), com crescimento de 49,4%, ambos refletindo o dinamismo de segmentos industriais de média-alta e alta complexidade na pauta exportadora regional. Em sentido contrário, partes e acessórios de veículos (NCM 8708) e óleos de petróleo (NCM 2710) registraram recuo de 8,7% e 10,6%, respectivamente.
A Tabela 6 traz o valor importado dos principais produtos da pauta regional, em 12 meses, bem como a variação em relação ao mesmo período do ano anterior.
| NCM | Produto | Valor Imp. 26 | Var. % 25/26 | Grau de Complexidade |
|---|---|---|---|---|
| 3808 | Inseticidas, herbicidas e produtos semelhantes | 2.571,03 | 23,4% | Média-alta |
| 2933 | Compostos heterocíclicos com nitrogênio | 1.605,85 | 80,2% | Alta |
| 8542 | Circuitos integrados eletrônicos | 801,20 | -14% | Alta |
| 3002 | Soros, vacinas, toxinas e produtos similares | 710,26 | 16,7% | Alta |
| 8517 | Aparelhos para telefonia ou comunicação (ex: celulares) | 703,34 | -8,3% | Média-alta |
| 2934 | Compostos nucleares ou semelhantes | 684,00 | 27,4% | Alta |
| 8471 | Máquinas automáticas para processamento de dados (ex: computadores) | 509,60 | -1,5% | Alta |
| 3004 | Medicamentos em doses para venda a retalho | 420,19 | -6,7% | Alta |
| 8708 | Partes e acessórios de veículos automóveis | 408,15 | 2,7% | Alta |
| 8473 | Partes e acessórios para máquinas de processamento de dados | 345,39 | -6,2% | Alta |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Observatório de Complexidade Econômica e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Com base nos dados da Tabela 6, destacam-se os inseticidas, herbicidas e produtos semelhantes (NCM 3808) como o principal produto importado pela RMC no período, com US$ 2,57 bilhões e crescimento de 23,4% em relação aos 12 meses anteriores, refletindo a forte demanda do setor agroindustrial por insumos químicos. Chama atenção o expressivo crescimento de 80,2% dos compostos heterocíclicos com nitrogênio (NCM 2933), que atingiram US$ 1,61 bilhão, evidenciando a expansão das importações de insumos farmacêuticos e químicos de alta complexidade. Em sentido contrário, os circuitos integrados eletrônicos (NCM 8542) registraram recuo de 14,0%, e os aparelhos de telefonia e comunicação (NCM 8517) apresentaram queda de 8,3%, sugerindo moderação na demanda por bens eletrônicos de consumo no período.
A Tabela 7 traz as exportações para os 10 principais destinos da RMC, em 12 meses, bem como a variação das exportações por destino em relação aos 12 meses anteriores.
| País | Exportações 12 meses | Participação 12 meses | Variação 12 meses |
|---|---|---|---|
| Argentina | 975,05 | 17,9% | 12,8% |
| Estados Unidos | 792,16 | 14,6% | -7,1% |
| Alemanha | 435,90 | 8% | 33,7% |
| México | 336,64 | 6,2% | -4,2% |
| Colômbia | 299,72 | 5,5% | 21% |
| Chile | 295,36 | 5,4% | 15% |
| Paraguai | 211,09 | 3,9% | -0,2% |
| China | 178,53 | 3,3% | 43,4% |
| Peru | 172,82 | 3,2% | 11% |
| Países Baixos (Holanda) | 144,43 | 2,7% | 45,7% |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Com base nos dados da Tabela 7, a Argentina manteve-se como o principal destino das exportações da RMC, absorvendo US$ 975,05 milhões e crescimento de 12,8% em relação aos 12 meses anteriores, refletindo a relevância do mercado argentino para a indústria regional, especialmente no segmento automotivo. Destacam-se também os expressivos crescimentos registrados para Países Baixos (+45,7%) e China (+43,4%), sinalizando diversificação e ampliação da presença regional em mercados europeus e asiáticos. Em sentido contrário, as exportações para os Estados Unidos recuaram 7,1%, mantendo-se, contudo, como o segundo maior destino com US$ 792,16 milhões, enquanto México (-4,2%) e Paraguai (-0,2%) também registraram leve retração no período.
A Tabela 8 traz os dados para as 10 principais origens das importações da RMC, em 12 meses, bem como a variação das importações por origem em relação aos 12 meses anteriores.
| País | Importações 12 meses | Participação 12 meses | Variação 12 meses |
|---|---|---|---|
| China | 5.064,56 | 28,3% | 19,6% |
| Estados Unidos | 2.765,47 | 15,4% | 14,1% |
| Índia | 1.209,69 | 6,8% | 37% |
| Alemanha | 1.180,26 | 6,6% | 8,6% |
| Suíça | 666,96 | 3,7% | 50,4% |
| Japão | 660,77 | 3,7% | 6,5% |
| Coreia do Sul | 586,42 | 3,3% | -15,5% |
| França | 531,54 | 3% | -8,4% |
| Itália | 477,80 | 2,7% | 14,2% |
| México | 473,30 | 2,6% | 16,9% |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Observatório de Complexidade Econômica e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Com base nos dados da Tabela 8, a China consolidou-se como a principal origem das importações da RMC, respondendo por US$ 5,06 bilhões e 28,3% do total importado, com crescimento de 19,6% em relação aos 12 meses anteriores, refletindo a dependência regional de insumos industriais e bens de capital de origem chinesa. Os Estados Unidos mantiveram-se como segundo maior fornecedor, com US$ 2,77 bilhões e crescimento de 14,1%. Destaca-se o forte avanço das importações originárias da Índia (+37,0%) e da Suíça (+50,4%), ambas associadas ao crescimento das importações de insumos farmacêuticos e químicos de alta complexidade. Em sentido contrário, Coreia do Sul (-15,5%) e França (-8,4%) registraram recuo nas exportações para a RMC no período, possivelmente refletindo a moderação na demanda regional por eletrônicos e bens de consumo duráveis.
A Tabela 9 traz os dados da balança comercial para os municípios da RMC, em 12 meses.
| Municipio | Valor Exportado | % Exp. RMC | Valor Importado | % Imp. RMC | Saldo |
|---|---|---|---|---|---|
| CAMPINAS | 1.175,10 | 21,6% | 3.349,93 | 18,7% | -2.174,83 |
| PAULINIA | 828,39 | 15,2% | 5.989,30 | 33,4% | -5.160,91 |
| INDAIATUBA | 821,82 | 15,1% | 1.522,84 | 8,5% | -701,02 |
| AMERICANA | 544,68 | 10% | 449,24 | 2,5% | 95,44 |
| VINHEDO | 499,57 | 9,2% | 1.112,81 | 6,2% | -613,24 |
| SUMARE | 392,67 | 7,2% | 1.033,85 | 5,8% | -641,18 |
| COSMOPOLIS | 213,87 | 3,9% | 118,94 | 0,7% | 94,93 |
| SANTO ANTONIO DE POSSE | 176,53 | 3,2% | 188,97 | 1,1% | -12,44 |
| VALINHOS | 158,25 | 2,9% | 688,55 | 3,8% | -530,30 |
| ITATIBA | 156,36 | 2,9% | 634,75 | 3,5% | -478,39 |
| MONTE MOR | 96,05 | 1,8% | 171,81 | 1% | -75,76 |
| SANTA BARBARA D’OESTE | 95,02 | 1,7% | 186,24 | 1% | -91,22 |
| HORTOLANDIA | 79,97 | 1,5% | 1.232,71 | 6,9% | -1.152,74 |
| NOVA ODESSA | 77,90 | 1,4% | 106,08 | 0,6% | -28,18 |
| JAGUARIUNA | 64,33 | 1,2% | 982,96 | 5,5% | -918,63 |
| PEDREIRA | 31,33 | 0,6% | 15,53 | 0,1% | 15,80 |
| ARTUR NOGUEIRA | 26,16 | 0,5% | 42,50 | 0,2% | -16,34 |
| ENGENHEIRO COELHO | 2,80 | 0,1% | 2,19 | 0% | 0,61 |
| MORUNGABA | 1,25 | 0% | 4,56 | 0% | -3,31 |
| HOLAMBRA | 0,90 | 0% | 73,08 | 0,4% | -72,18 |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. |
Comércio RMC – EUAs (mês 2/2026)
| Mês/Ano | Valor Exp. | % Exp. RMC | Valor Imp. | % Imp. RMC | Saldo RMC |
|---|---|---|---|---|---|
| FEV/17 | 45,79 | 15,0 | 99,78 | 15,0 | -53,99 |
| FEV/18 | 64,42 | 16,7 | 120,85 | 13,7 | -56,44 |
| FEV/19 | 48,40 | 14,6 | 146,03 | 16,0 | -97,63 |
| FEV/20 | 47,19 | 16,2 | 182,77 | 20,7 | -135,57 |
| FEV/21 | 50,13 | 16,8 | 144,08 | 14,3 | -93,96 |
| FEV/22 | 59,89 | 15,6 | 192,08 | 15,0 | -132,19 |
| FEV/23 | 72,45 | 19,2 | 166,14 | 16,8 | -93,69 |
| FEV/24 | 61,52 | 18,1 | 140,64 | 12,8 | -79,11 |
| FEV/25 | 79,62 | 18,9 | 248,77 | 18,0 | -169,15 |
| FEV/26 | 57,63 | 13,5 | 160,42 | 13,7 | -102,79 |
| Fonte: elaboração própria com base nos dados do MDIC/ComexStat. |
As exportações da RMC para os EUA somaram 57,63 milhões, o que representa queda de 27,62% em relação a 2/2025. As importações totalizaram 160,42 milhões (queda de 35,51% a.a). O resultado foi déficit de 102,79 milhões. A participação dos EUA na pauta de exportações da RMC foi de 13,5%, indicando queda frente ao mesmo mês de 2025; na pauta de importações da RMC, a participação foi de 13,7%, com queda em relação ao ano anterior.
ABNT (NBR 6023)
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